011 – O que não sabemos sobre as civilizações antigas

Posted on 2 de maio de 2010

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Existe muito a dizer sobre as civilizações antigas, e muito pouco da verdade nos foi contado nas escolas, que os classificam como civilizações primitivas e com pouco conhecimento. Os sumérios, por exemplo, calcularam o ano solar com uma precisão que se afasta apenas 0,4s do cálculo atual, que conseguimos através de equipamentos tecnologicamente muito avançados. A mesma civilização também tinha conhecimentos detalhados (como cor, composição) sobre planetas como Netuno, Urano e Plutão (planetas invisíveis a olho nu e redescobertos apenas no século XX) e sobre a composição da Lua, sendo que esses dados só foram confirmados pela NASA há poucos anos atrás. Por que não nos contam essas histórias? Porque não é possível comprovar como isso era possível sem a tecnologia atual. A ciência não consegue explicar, e o que ela não consegue explicar, ela prefere esconder.
 
Um fato muito curioso e comprovável sobre essa realidade foi a publicação de “O Mistério de Sirius”, de Robert Temple, que afirmava que os sumérios tinham conhecimento de uma terceira estrela do complexo de Sirius, e que essa terceira estrela seria uma anã vermelha. Até a data de publicação da primeira edição do livro, só era conhecida pela ciência duas estrelas no complexo, Sirius A e Sirius B. Como deve ter sido grande a surpresa quando a NASA, anos depois da publicação do livro, comprovou que existia uma terceira estrela, anã vermelha, no complexo de Sirius. O livro pode ser conseguido em qualquer livraria.
 
Existe uma infinidade “fatos inexplicáveis” com relação às civilizações antigas. Mediante quais recursos e qual intuição os seres primitivos, “habitantes de cavernas”, conseguiam desenhar os astros em suas posições exatas? De que oficina de precisão se originam as lentes de cristal lapidado? Como conseguiam fundir e modelar ornamentos de platina, uma vez que esta só começa a fundir-se a uma temperatura de 1.800 graus? E como obtinham alumínio, metal que só com dificuldades consideráveis pode ser extraído da bauxita? Como os incas construíram sua cidade inteira com monoblocos que pesavam muitas toneladas e cuja matéria prima só era encontrada a muitas dezenas de quilômetros? Como os egípcios construíram suas pirâmides com tamanha precisão, sendo que mesmo com a tecnologia atual isso seria impossível? Sobre esse último exemplo, é mandatório ler o seguinte texto, extremamente interessante, explicando como se construiria uma pirâmide nos dias atuais:
http://www.deldebbio.com.br/index.php/2010/03/23/a-piramide-do-farao-del-debbio-i-2/ (copie e cole o link no navegador, caso esteja com medo de vírus).
 
É interessante também citar as similaridades que o complexo de Gizé (3 pirâmides) tem com a constelação de Orion (o alinhamento e distâncias perfeitas, sendo que a última pirâmide tem um desvio de 5° com relação à linha formada pelas primeiras). Mais interessante ainda é a relação de distância entre as pirâmides de Marte e a Esfinge com as Pirâmides de Cydonia em Marte e o Rosto de Marte. Seria apenas uma coincidência?
 
Existe tanto material inexplicável sobre as civilizações antigas, que não consigo condensar tudo nesse email. Tentei até começar… mas é difícil apenas citar sem fundamentar. Um livro interessante sobre o assunto é o “Eram Deuses os Astronautas”, de Erich von Danichen, que pode ser lido em http://mortesubita.org/jack/area-51/arquivos-ufologicos/eram-os-deuses-astronautas (copie e cole o link no navelgador). O capítulo III tem muitas informações sobre as civilizações antigas, que não consegui resumir aqui.
 
Esse post deixa claro que precisamos abrir a nossa mente com relação ao que nos é escondido e o tanto que as coisas são distorcidas até chegar aos nossos ouvidos. Deixa claro que o conhecimento popular é pobre e mal explicado… só é aceito como real o que a maioria pensa que é real, o resto é ridicularizado, distorcido ou ocultado. O fato é que o relacionamento dessas civilizações com outras civilizações extraterrestres era aberto (muitas gravuras e textos deixados por estas civilizações demostram isso). Além disso, nessa época existia um conhecimento de manipulação da matéria, além de capacidades intelectuais nos humanos, que foram perdidos de alguns milhares de anos pra cá.
 
Esse post também é uma introdução ao fato de que numerosos conhecimentos das civilizações antigas remetem ao fim do nosso ciclo, que está acontecendo na época atual. É daí que vem a profecia maia, que também tinha conhecimentos astronômicos excepcionais e cujas profecias tem se concretizado com relativa precisão. O alinhamento cósmico de 1992 e o eclipse solar em 1999 já tinham sido calculados pelos maias com extrema precisão. Segundo eles, esses acontecimentos marcariam o início do fim do ciclo atual. Só que infelizmente esse assuto tem sido explorado da maneira errada… como o fim do mundo, numa catástrofe planetária. Reitero que isso não vai acontecer. E muito em breve isso vai ficar claro.
 
Até a próxima,
Maria Bianca
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Posted in: Textos