023 – Os círculos ingleses como evidências incontestáveis

Posted on 8 de setembro de 2010

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Os seres humanos, enclausurados em corpos materiais limitados, não têm como vislumbrar como se processa o mecanismo da vida em outra dimensão dela mesma. Mas somos prepotentes e consideramos quase esgotado o que ainda temos para descobrir sobre o que é “real”, que na verdade extrapola em muito o que é explicável, visível e comunicável pelas leis naturais já conhecidas. Essa prepotência, sedimentada na nossa cultura, nos impede que aceitemos coisas novas e que consideremos conceitos que estão além do que é palpável no presente. Existem inúmeras evidências espalhadas pelo mundo comprovando que em épocas remotas tínhamos capacidades, conhecimentos e experiências além das que temos hoje. É no mínimo curioso como a grande massa despreza essas informações quado elas não vêm de um modo oficial ou pela mídia aberta.
 
Outro dia, relendo a respeito de Stonehenge, fiquei pensando por que uma civilização passaria inúmeras gerações para construir aquelas estruturas formadas de blocos de pedras que pesavam de 12 a 60 toneladas. Sabe-se, por meio de estudos meticulosos, que para construir Stonehenge seriam necessários mais de 1 milhão de dias e o esforço de 700 homens para transportar cada uma das 80 pedras, por uma distância de 320Km do local onde as pedras se originaram até seu lugar definitivo. 1 milhão de dias são mais de 25 séculos. Os moais na Ilha de Pascoa e as cidades incas também tem cálculos similares. Ou seja, o mais provável é que as análises científicas estejam desprezando fatores que eram presentes na época e que não são evidentes agora.
 
Mas não são apenas as construções antigas que são intrigantes e que sugerem a existência e participação de outras inteligências ou recursos. Os Crop circles (ou círculos ingleses) são um fenômeno atual e de natureza indiscutível, por estarem sendo formados quase que diariamente com uma complexidade que foge ao que seria possível aos humanos, e por estarem aí fresquinhos para serem analisados. Todos podem ver, todos podem estudar, todos podem analisar. Os que correm atrás de informações já não caem na história de que eles são feitos por uma dupla de fazendeiros que se especializaram na arte de fazer desenhos nas plantações (essa ainda é a explicação oficial da mídia/governo para o fenômeno). Algumas das formações atuais são tão complexas que empresas de engenharia cobram milhares de dólares e algumas semanas para diagrama-las. Como seria possível que formações assim, que às vezes são maiores que dois campos de futebol, pudessem ser feitas da noite para o dia, sem qualquer rastro ou evidência de presença humana? Mesmo que alguns grupos tenham se especializado na arte, fazendo gravuras um pouco mais complexas nas plantações, existem inúmeros padrões que são impossíveis de serem recriados por mãos humanas e que são evidentes a qualquer um que se proponha a investigar o assunto. Em círculos genuínos, por exemplo, os caules das plantas não são quebrados, e elas continuam a crescer normalmente mesmo no chão; as células das plantas se incham e passam a conter uma quantidade anormal de hidrogênio; o eletromagnetismo dentro dos círculos desorienta e interfere em equipamentos eletrônicos, que se comportam de maneiras imprevisíveis.
 
Atualmente, são relatados aproximadamente 320 novos agroglifos por ano e o total de círculos catalogados está próximo a 15 mil. Alguns aparecem em locais e topografias um tanto inacessíveis. É curioso observar também que 90% das formações autênticas acontecem em regiões muito próximas a Stonehenge, como se o lugar estivesse numa coordenada que favorecesse a ocorrência desse tipo de fenômeno. Muitos crop circles sugerem informações a respeito dos acontecimentos e processos pelo qual a Terra passou e está passando, e vários deles nos dão pistas sobre acontecimentos futuros. Um site que estuda a fundo o significado de cada formação é o http://www.cropcircleconnector.com. É muito interessante acompanhar os estudos, pois muitos deles corroboram as teorias de que algo deve acontecer nesta janela de tempo 2012, incluindo transformações quânticas, mudanças geológicas, alterações no DNA, interações com outras civilizações, fechamentos de ciclos, etc. (Mais sob cropcircles em http://www.ufo.com.br/noticias/os-circulos-ingleses-continuam-intrigando-a-humanidade).
 
A atenção que estamos despertando em tantas civilizações do nosso universo (alguns estimam que estamos sendo assistidos por mais de 40 diferentes civilizações extraterrestres) é mais uma pista de que algo muito importante está para acontecer nos próximos anos e que somos infinitesimalmente pequenos diante da dimensão desses eventos. Seriam os círculos ingleses formas sutis de comunicação para que despertemos para essa realidade? Cientistas, esotéricos, ufólogos e pesquisadores ainda não têm uma resposta definitiva para isso. Mas é cada vez mais importante que comecemos a investir mais tempo no aperfeiçoamento do nosso lado espiritual e psíquico, de modo que possamos atrair, nos tornar abertos, e estabelecermos uma conexão com as informações que farão com que tudo isso faça sentido.
 
Até a próxima.
Maria Bianca
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Posted in: Textos